A Batalha do Apocalipse

A tempos não ficava tão empolgado com a leitura de um livro como fiquei com essa excelente fantasia de Eduardo Spohr.

Na verdade eu não leio muitos livros de fantasia, universo RPG e coisas do gênero na verdade eu gosto bastante desse tipo de leitura, mas ultimamente tenho lido obras mais “serias” como a biografia de Steve Jobs e algumas ficções de Augusto Cury que é um dos meus autores favoritos.

Quando um amigo me emprestou o livro A Batalha do Apocalipse, eu já sabia bem do que se tratava, mesmo porque acompanho a anos o site e podcast Jovem Nerd, onde o autor participa constantemente e foi também através desse site que o livro foi publicado e divulgado inicialmente, até chegar a uma grande editora e virar um best seller.

O livro narra a história de Ablon, um querubim renegado que luta contra a aniquilação da humanidade que alguns arcanjos estão buscando, nessa trama de muitas batalhas, intrigas e traições ele conta com a ajuda de sua fiel companheira Shamira uma necromante poderosa, que está sempre ao seu lado nos momentos mais difíceis.

Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heroicas  magia, romance e suspense.

 

Atualmente estou lendo Filhos do Eden – segundo livro do autor dentro do mesmo universo de A Batalha do Apocalipse, contanto a história de outros personagens em meio a essa guerra angelical.

Recomendo muito a leitura, o livro é muito bem escrito e conta com personagens cativantes e uma trama envolvente que vai te fazer querer chegar ao final desesperadamente, mas até lá você vai passar por muitas reviravoltas e acontecimentos impressionantes.

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Ao som de Feel So Moon!

Olá a todos mais uma vez! 

Último post do ano, ao embalo das festas e musiquinhas de natal resolvi falar sobre o melhor anime que assisti em 2012. Esse ano não assisti muitos animes como em 2011 e também não houveram animes tão bons quanto Madoka ou Steins;Gate, mas foi um bom ano para os Otakus, isso não se pode negar.

Bons animes como Sword Art Online, Accel Word, Tonari no Kaibutsu-kun, Total Eclipse, Fate/Zero (esse eu não assisti ainda, mas todos falam que é muito bom), entre tantos outros…

Mas o anime que mais gostei esse ano foi uma grata surpresa para mim: Uchuu Kyoudai, eu não esperava absolutamente nada desse anime… pela descrição não me interessou muito, mas acabei começando a assistir graças ao Crunchyroll já que esse foi um dos primeiros anime a ser colocado em Br no site.

Uchuu-Kyoudai-1

Irmãos Hibito e Mutta Nanba.

O Anime conta a história de dois irmãos que tem o sonho de se tornarem astronautas e irem a lua. Sendo que o irmão mais novo Hibito está prestes a alcançar esse sonho já que em breve vai partir em uma missão de exploração lunar da Nasa. Enquanto isso o irmão mais velho Mutta, é um bem sucedido designer de automóveis que já se conformou com a vida e desistiu de seu sonho…

Tudo muda quando Mutta movido pela fúria de ver seu chefe zombando de seu irmão Hibito, lasca nele uma cabeçada no melhor estilo Zidane! Obviamente ele foi demitido, além ter sua carreira destruída graças a bela cabeçada.

Sem esperanças de reconquistar o sucesso profissional e pressionado pela família a conseguir logo um emprego decente para ajuda em casa, ele inesperadamente recebe por indicação de seu irmão Hibito a notícia de que a Jaxa (agencia espacial japonesa) está abrindo um processo seletivo para novos astronautas. E é ai que toda a aventura começa.

Irmãos Nanba

Irmãos Nanba na infância

Além do ótimo plot inicial, também vai sendo mostrado no decorrer dos episódios lembranças da infância dos irmãos Nanba e como foi que eles se encantaram pelo espaço e pela lua, várias dessas cenas tem grande destaque e valorizam ainda mais o anime.

Uchuu-Kyoudai-2

Time A

Uchuu Kyoudai conta com personagens cativantes, além dos irmãos Nanba, existem vários outros personagens fantásticos que vão sendo apresentados no decorrer da série, personagens que apresentam características marcantes que podem ser encontradas em amigos e familiares no nosso dia a dia, além disso o anime mostra de forma muito interessante a história de vida de cada um, valorizando suas qualidades e mostrando também os seus defeitos, com isso podemos entender melhor cada um através de seus sonhos e traumas.

O anime é baseado no mangá de mesmo nome de autoria de Chūya Koyama que encontra-se em publicação no japão atualmente. O anime já conta com 38 episódios lançados até está data, sem previsão de terminar.

Outro fator que foi marcante para mim é a trilha sonora, abertura e encerramento são muito bons com músicas ótimas e que combinam perfeitamente com o anime a primeira abertura Feel So Moon é a melhor música que vejo em um anime desde Magia de Madoka Magica. A banda Unicorn gravou um clipe muito interessante totalmente inspirado pelo anime / mangá para essa música, vejam abaixo:

Ainda tenho muita coisa a falar desse anime, então em um próximo post vou falar sobre alguns dos personagens principais e outras curiosidades.

E o mais importante assistam! isso é muito bom! Quem quiser pode assistir de graça pelo Crunchyroll, legendado em português.

 

Os Mortos Vivos!

Olá!

Sou fã de filmes, jogos e séries do gênero zumbi! Sempre gostei dessas histórias e  já vi muita produção boa e também ruim sobre o gênero.

Desde filmes antológicos em A Madrugada dos Mortos até comédias pastelão como Zumbilândia, em relação a jogos, temos os clássicos Resident Evil e um jogo extremamente viciante que joguei por longos 3 anos: Left 4 Dead! Passando por alguns animes, mangás e séries não muito bons chegamos a: The Walking Dead!

HQ idealizada por Robert Kirkman a qual confesso que nunca li, o que me interessa mesmo é a série de TV.

A série estreou com uma primeira temporada piloto na rede de TV americana AMC em 2010, eles tinham dúvidas sobre o potencial da produção, então apesar de investirem pesado em efeitos especiais, um bom elenco e principalmente uma maquiagem fantástica, decidiram por fazer apenas 6 capítulos para “ver se ia dar certo”.

Resultado: O primeiro capítulo da série quebrou recordes de audiência na TV a cabos dos EUA, e até o final da primeira temporada manteve uma audiência fantástica  garantindo imediatamente um segundo ano.

A segunda temporada estreou no final do ano passado, com um começo muito bom, os capítulos do meio da série foram bem “mornos”, mas quem resistiu a eles acompanhou um dos melhores finais de temporada que já vi! O final da segunda temporada foi fantástico!

Agora com a recente estreia da terceira temporada a série volta aos holofotes  e diga-se de passagem a terceira temporada começou muito, muito bem!

Para quem não conhece nada sobre a série, ela conta a história de Rick, um policial que acorda em um hospital abandonado e se vê deparado por um mundo que está em total decadência graças a uma epidemia zumbi, ele reúne todas as suas forças para buscar sua família e sobreviver em meio a esse cenário apocalíptico. Sobreviver, essa é a palavra chave de The Walking Dead, os zumbis estão por toda parte e a sobrevivência de todos vai depender da capacidade de lidar com as situações mais adversas e se adaptar a essa nova realidade.

O que mais gosto na série, é grande valorização que dão aos dramas e conflitos nos relacionamentos entre os personagens, que parecem estar sempre a beira de um ataque de nervos, isso me prende a série e cada vez que um capítulo termina, estou ansioso pelo próximo, para ver o desfecho de mais um desses conflitos, em muitas vezes os zumbis acabam ficando em segundo plano e na verdade são usados apenas como motivação para o desenvolvimento desses relacionamentos, em outras ocasiões os zumbis se tornam os protagonistas e todas as diferenças e conflitos acabam indo por água abaixo, quando a sobrevivência fala mais alto.

Além de tudo isso, vemos a perda dos valores morais e sociais de cada personagem conforme vão “amadurecendo”, é interessante perceber como cada um deles mudou e se tornou alguém completamente diferente no decorrer da série graças a inúmeros acontecimentos que os abalaram.

Se você chegou até aqui já deve ter percebido que não pretendo falar sobre os acontecimentos da série, pois para isso precisaria de mais palavras do que estou disposto a escrever agora e é claro que também perderia a “graça” para quem ainda não assistiu ficar sabendo de tudo antes de começar.

Depois de indicar a série para alguns amigos e ver a grande empolgação deles ao  assistirem a primeira e segunda temporada em uma semana, resolvi compartilhar minha opinião sobre a série por aqui, pode ser que mais alguém possa gostar dessa minha indicação!

Então, para terminar: Assistam The Walking Dead.

Ahh, não esqueçam dessa frase: “Shit Happens!

Crunchyroll Chega Oficialmente ao Brasil

A alguns anos atrás conheci um novo site de animes formado por ex-membros de fansubs gringos que tinha como objetivo disponibilizar animes para serem assistidos online, onde qualquer usuário que se registrava no site podia disponibilizar legendas e traduzir as séries para outros idiomas diretamente pelo player no site, confesso que cheguei a tentar fazer algumas traduções amadoras via Google Translate, mas é claro que não consegui dar continuidade a esse “projeto”. Bom na verdade era algo bem amador no começo, mas a iniciativa deu certo e o serviço começou a crescer e se popularizar.

Na ocasião eu já conhecia os principais subs brasileiros e baixava todos os animes que eu queria diretamente através deles, mas mesmo assim sempre desejei poder baixar e assistir as minha séries favoritas através de um serviço oficial e licenciado, sem ter que ficar peregrinando por diversos hosts, que na sua grande maioria são uma bela porcaria, para conseguir baixar animes em boa qualidade.

Então, a alguns meses, vi surgirem as primeiras notícias em fóruns e alguns sites sobre animes que acesso regularmente, sobre a possível chegada do Crunchyroll ao Brasil, fiquei surpreso, confesso que não esperava por isso, mas ao mesmo tempo criei uma grande expectativa para essa chegada. Foi então que no mês de outubro através do site Chuva de Nanquim descobri que começaram a disponibilizar os primeiros animes legendados no nosso idioma, então não exitei e fiz a minha assinatura.

No começo apenas Uchuu no Kyuodai (irmãos do espaço), e Kuroko no Basket (O Basquete de Kuroko) estavam disponíveis em Br. Passei a assistir Kuroko no Basket por lá e fiquei bastante satisfeito com a qualidade das legendas e principalmente pela qualidade da transmissão Full HD 1080p, sem precisar da minha fatídica peregrinação pelos malditos hosts que surgiram pós morte do Megaupload.

ImagemOs dias foram passando e mais animes foram sendo adicionados em Br, dentre eles o meu favorito atualmente Sword Art Online para minha alegria, sendo lançado em Br normalmente 1 dia depois do lançamento japonês.

E finalmente ontem dia 1 de Novembro de 2012 o serviço estréia oficialmente por aqui, com um acervo inicial de quase 30 animes traduzidos para o português brasileiro sendo metade deles em simulcast com o japão, lembrando, tudo em alta qualidade. Fiquei muito feliz com essa chegada, que tem todo meu apoio para que se popularize por aqui.

Chegando com um preço bem razoável de R$ 9,90, o que acredito ser um valor justo e com a perspectiva de licenciar mais animes para nós conforme conseguirem um maior número de assinantes no Brasil, o serviço tem tudo para fazer muito sucesso, mas para isso é preciso do apoio dos fãs, verdadeiros fãs que estão dispostos a desembolsar uma grana para ver os seus animes favoritos sendo lançados oficialmente por aqui.

Alguns subs como o Punch por exemplo já anunciaram o cancelamento de todos os animes que já estão disponíveis no Crunchyroll para apoiar o serviço. Não tenho dúvida que muita gente vai reclamar dos subs fazerem isso, mas lembrem-se, o verdadeiro objetivo de um fansub definido quando os primeiros grupos do gênero foram criados é a de disponibilizar animes que não são distribuídos oficialmente em nosso país, como agora esses animes estão chegando a nós oficialmente não faz sentido um fansub continuar traduzindo, eu apoio totalmente essa iniciativa e espero que outros subs façam o mesmo.

Sei que vai ter gente reclamando e dizendo que não vai ter dinheiro para pagar e que antes podia baixar de graça, mas na real, qualquer um que tem dinheiro para pagar uma boa conexão banda larga para poder baixar os animes disponibilizados pelos subs, também deve ter R$ 9,90 disponível por mês para assinar o Crunchyroll, só não assina se não quiser.

Sei que esse post está sendo extremamente tendencioso, sim eu sei, mas o objetivo desse blog é exatamente esse, colocar aqui as minhas opiniões sobre o que me interessa e também trazer a opinião de alguns parceiros como o Reborn! e outros que possam aparecer por aqui, concordando comigo ou não.

Apoiem essa causa!

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Avatar: The Legend of Korra

Ciaossu!

Para quem não conhece esta ilustre pessoa, sou o Reborn! e graças a intervenções divinas, fui convidado a virar colunista do AniTuga! Bom, pretendo dar minhas opiniões concisas sobre mangás por aqui, já que animes raramente me agradam. Mas, como estou debutando aqui hoje, venho trazer algumas críticas sobre uma série muito aguardada para este ano: Avatar: The Legend of Korra.

O que podemos dizer sobre a saga de Korra para dominar o último elemento? Claro que é difícil não fazer comparações com a saga de Aang, mas ambas são obras diferentes. A série The Legend of Korra foi criada pela mesma dupla dinânica que criou The Last Airbender, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko. Vale ressaltar que esses dois não foram os únicos responsáveis pela direção e roteiro de The Last Airbender. Contudo, eles foram de The Legend of Korra. E não há como negar que a saga de Aang foi incrível, huh? Mesmo com um filler aqui e acolá, a série foi bem divertida e profunda. Dito isto, o que mais me chamou a atenção em The Legend of Korra foi a qualidade do cenário. Aposto que não sou o único que repara nessas coisas, mas francamente, fizeram um trabalho incrível com os cenários.

E este é o principal ponto forte da série. A qualidade técnica. A trilha sonora, traço de personagens e dubladores (tirando o caso de Iroh, que teve o mesmo dublador de Zuko em The Last Airbender por motivos óbvios) foram muito bem escolhidos. Mas nem tudo são flores em The Legend of Korra. Esta série possui tantos pontos negativos que duvido que muitos fãs, sedentos pela série, tenham percebido. O primeiro ponto foi a falta de desenvolvimento das personagens. Korra teve diversas personagens relevantes para a história, mas seu tempo foi porcamente aproveitado. E isso nos leva ao roteiro, que apesar dos efeitos especiais e dos rumos (in)esperados da trama, se mostrou fraco para a série.

Vou lher dar um exemplo: Bolin, apaixonado por Korra, vê seu irmão beijando-a e, frente ao choque da cena, saiu correndo, aos prantos. No episódio seguinte, está tudo como se nada tivesse acontecido. Tá bom que Mako e Bolin são irmãos e tudo mais… Mas faltou um pouco de comportamento humano aqui, huh? E por que não houve um desenvolvimento adequado do roteiro? Dois pontos contribuiram de forma extremamente negativa para isto: O romance e a pró-dobra.

Francamente, esses dois pontos foram totalmente irrelevantes para a série. Para não dizer desnecessários. Não sei vocês, mas eu tive vontade em assistir Korra para ver o desdobrar dos acontecimentos entre dobradores e equalistas. Contudo, romance/pró-dobra tomaram cerca de 4 episódios inteiros. Pró-dobra não serviu de nada. E o romance foi medíocre. Isto se deve a falta de aproveitamento do tempo hábil para desenvolver as personagens. Em alguns momentos, a Asami (personagem coadjuvante) mostrava ter mais personalidade do que o apático Mako (um dos protagonistas da série).

Antes que lancem pedras em minha pessoa, eu não sou averso a romances. Mas o tempo para a série era curto demais. A verdade é que este tempo foi muito mal aproveitado. Ao invés de investirem em uma linha de trama, tentaram conduzir duas ao mesmo tempo, sendo elas a trama romântica e a trama do conflito entre dobradores e equalistas. E, no fim, muita coisa ficou mal explicada. Outras personagens muito mal aproveitadas: Tenzin (pô, ele é o filho do Aang, caramba!! Custava dar mais enfoque a ele!?), Lin (ser filha da Toph já faz dela alguém foda), Zuko (embora importante para a trama, de acordo com os databooks da série, NADA foi dito sobre ele) e seu neto, Iroh. Até o próprio Amon podia ter sido melhor aproveitado. Mas novamente, o vilão foi o tempo… Ou será que não?

Havia momentos que eu assistia a uma cena e pensava “espera um pouco. Dobras de trovão não eram extremamente raras? Só Ozai, Iroh e Azula sabiam dobrar trovões. Como diabos um figurante qualquer consegue dobrar trovão!?”. Tá, quanto a dobra de metal (coisa que só a Toph era capaz de fazer), explicou-se um pouco sobre o surgimento de outros três dobradores de metal na revista The Promise que conta uma história dois anos após o fim de The Last Airbender, mas isso não vem ao caso. O fato é que vários detalhes pequenos foram mal aproveitados ou até mesmo impostos. É aquela coisa: “O público está mais interessado no romance Korra x Mako. Vamos fazer qualquer merda nesse roteiro mesmo”. Não foi o desejo do público em ver uma história romântica e melosa que desvirtuou o roteiro. O roteiro, desde o princípio, estava fraco mesmo.

Os pontos de crítica ao roteiro mal escrito não se limitam só ao romance. Alguém pode me responder para que a pró-dobra serviu durante toda a série? Obrigado. E quanto ao final? Duvido que só eu tenha achado o fim totalmente forçado. Não vou dar spoilers, mas o desenvolvimento de Amon podia ter sido bem melhor. E até mesmo sequer explicaram como a cena final foi possível… Tudo bem. Há roteiros piores. Mas bem que o Bragi podia ter sido mais caridoso com o responsável pelo roteiro. Só um pouco, talvez…

Tá, mas você deve estar achando que eu odiei Korra, huh? Negativo. Apesar da história não ter sido bem aproveitada (e de ter ingênuas esperanças de que a 2ª temporada seja melhor), a personagem de Korra fez com que a série fosse boa. Quem não curtiu a Korra!? Ela é durona, marrenta, cabeça-dura, brutamontes e o melhor: ela sabe chutar traseiros. Tudo bem que toda essa coisa de triângulo amoroso tornou a história melosa e fraca demais, mas a Korra é foda demais e gostei da série só por causa dela. As diferenças entre a Korra e o Aang foram a chave desse agrado. A Korra resolve tudo na porrada, (quase) sem diálogo algum, enquanto o Aang era mediador e pacífico. O que sempre chamou a atenção em toda a série de Avatar foram os duelos e a Korra era boa nisso.

Finalizando, não desencorajo ninguém a assistir The Legend of Korra. Pelo contrário, assistam. Mas se você prestar muita atenção em toda a série, vai ficar com a pulga atrás da orelha em vários momentos, além de sentir que faltava algo depois de finalizar a série. E aqui termina as palavras deste humilde novato no ramo de críticas. Só para lembrá-los, da próxima vez que aparecer por aqui, trarei comentários sobre mangás! Ainda preciso pensar em um título digno de ser comentado…

Ciao ciao!

Os Vingadores (The Avengers)

Bom, para começar esse post é importante que eu deixe claro algumas coisas antes. Não sou fã assíduo de quadrinhos, não coleciono nada da Marvel porem sempre gostei dos desenhos animados e filmes baseados nessas obras, dentre esses filmes assisti alguns dos predecessores de Os Vingadores, dentre eles, não gostei dos filmes do Hulk, não gostei do Thor, e os do Iron Man nem sequer assisti, porem gostei muito do filme do Capitão América, assisti no cinema ano passado e foi muito bom.

E foi justamente por ter gostado muito de Capitão América que resolve assistir Os Vingadores.

Gostei muito! o filme trás alguns dos heróis mais populares da Marvel: Iron Man, Capitão América, Hulk, Thor e outros nem tanto assim como O Gavião Arqueiro e a Viúva Negra (digo nem tão populares assim porque eu nunca tinha ouvido falar desses heróis e provavelmente a maior parte da galera que está assistindo o filme também não).

Por se tratar de um filme com tantos heróis assim para trabalhar, acho que é muito difícil construir um enredo convincente, porem isso foi feito de forma primorosa.O filme se desenvolve de forma bem natural, não achei a história forçada em nenhum momento, vamos a história: basicamente, Loki o irmão de Thor está de volta a terra com o objetivo de roubar o Cubo Cósmico, ele invade as instalações da S.H.I.E.L.D e rouba esse poderoso artefato.

Com seu poder Loki pretende liderar uma invasão e posterior domínio da terra, e para tentar frustar os seus planos Nick Fury, convoca Os Vingadores a fim de localizarem o Cubo Cósmico e derrotar Loki.

Mas não será assim tão fácil, principalmente por causa do relacionamento conturbado entre eles, que simplesmente não se entendem o que gera um racha no grupo que pode por tudo a perder, mas eles são heróis não é? E claro que vão conseguir ajustar as suas diferenças e trabalhar em equipe para concluir sua missão.

O filme é ação do inicio ao fim, eu não conseguia parar de olhar para tela um minuto sequer, pois poderia perder uma cena magnifica a qualquer momento, embora eu não conheça a fundo as personalidades desses heróis por não ler os quadrinhos, acho que o filme trabalhou a personalidade de cada um muito bem e deixou bem claro que cada um deles individualmente apesar de muito poderosos tem suas fraquezas, porem quando trabalham em equipe em prol de um mesmo objetivo são praticamente invencíveis.

A galera que estava no cinema ficava empolgada em cada nova cena de ação e além disso as cenas de dialogo principalmente as que Tony Stark estava presente sempre tinham alguma sátira bem colocada que levava a plateia aos risos.

As cenas de ação principalmente da metade para o final do filme são fantásticas! O filme consegue dar o devido destaque e valoriza cada um dos vingadores, eu mesmo que não conhecia heróis como o Gavião Arqueiro e a Viúva Negra gostei muito dos dois e o Hulk, ahh o Hulk, roubou a cena!

Pra mim o ponto mais forte do filme foi conseguirem trabalhar bem cada um dos Vingadores, aproximando-os do grande público que não conhece a fundo suas origens dos quadrinhos, além é claro de toda a parte técnica de primeira qualidade, efeitos especiais, maquiagem, fotografia, trilha sonora, tudo muito bem feito e bem acabado, vale ressaltar também a boa atuação de todos os protagonistas, dentre as atuações quem mais se destacou na minha opinião foram: Robert Downey Jr. (Tony Stark / Homem de Ferro), Jeremy Renner (Clint Barton / Gavião Arqueiro) e Chris Evans (Steve Rogers / Capitão América), todos com uma atuação digna de Oscar. Vou esperar ansiosamente pela continuação e estou até pensando em comprar os quadrinhos dessa “saga” pois deve ser muito interessante.

Ahh, tem uma cena em especial que a platéia do cinema onde assisti levantou e começou a aplaudir! Eu nunca tinha visto isso acontecer no cinema, foi magnifico! Na minha opinião a melhor cena do filme, é claro que não vou contar aqui, mas quem for assistir provavelmente vai sacar de qual cena estou falando.

Recomendo muito, Assistam!